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TISS e a Segurança da Informação

A incorporação da tecnologia da informação no dia-a-dia das empresas trouxe a necessidade da criação de novos padrões de proteção para as informações em diversos setores.

No mercado de saúde existem normas e padrões que já cumprem esta função, como é o caso das internacionais HIPAA (Health Insurance Portability and Accountability Act) e HL7 (Health Level Seven). A primeira é uma norma que regulamenta o processo de armazenamento, uso e transmissão de informações médicas pessoais nos EUA. A segunda é um padrão ANSI que tem como objetivo promover a interoperabilidade entre os mais diversos sistemas de informação em saúde.

No Brasil, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) criou o TISS (Troca de Informações de Saúde Suplementar) para resolver o problema de compatibilidade e interconexão entre os sistemas independentes e, desta forma, trazer mais segurança às transações. Para viabilizar a implantação foi adotado o padrão aberto de marcação de dados XML, compatível com qualquer sistema que siga as especificações da ANS.

Para o mercado nacional a ANS adotou o projeto do CFM (Conselho Federal de Medicina) elaborado em conjunto com a SBIS (Sociedade Brasileira de Informática em Saúde) que aprova o uso de sistemas informatizados para guarda e manuseio do prontuário médico. Em maio de 2007, a ANS decretou a resolução normativa n° 153, na qual declara obrigatório seguir o manual de certificação de sistemas da SBIS, tanto em controles de segurança quanto em requisitos do padrão TISS.

A padronização das guias no sistema eletrônico reduzirá a burocracia e os erros provocados pela grande quantidade de papéis. E a certificação digital, garantirá integridade, sigilo e autenticidade de informações. Com isso, as operadoras poderão autorizar determinados procedimentos com mais agilidade e reduzir as recusas de pagamento ao prestador (glosas), que receberão com mais rapidez.
As operadoras terão informações mais consistentes sobre os pagamentos efetuados, o que acarretará no melhor conhecimento do perfil dos seus beneficiários. A otimização dos processos fará com que aumente a satisfação dos beneficiários, que terão respostas ainda mais rápidas das operadoras.

Fonte: CertiNews - Seu informativo de certificação digital

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